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Homenagem à Professora Marieta Pereira dos Santos

Professora Marieta e alunos em Fazenda onde hoje é o povoado Capim

Marieta Pereira dos Santos (Tremedal, 21 de janeiro de 1924 – 26 de abril de 2004) foi uma célebre educadora baiana que desenvolveu uma notável atividade na alfabetização no município de Tremedal em uma época em que os recursos voltados para a educação eram escassos.
A professora Marieta faleceu acometida de Mal de Alzheimer (26 de abril de 2004) aos 80 anos de idade.
Em 2016 o Colégio Estadual construído em Tremedal recebe o nome de Marieta Pereira dos Santos em homenagem à professora tremedalense. video familia Marieta

Veja o video da família relatando sobre Marieta Pereira dos Santos. 

Família
Negra e de origem humilde filha de Joaquina Maria de Jesus e Avelino Pereira Santos, casou se por duas vezes, no primeiro relacionamento com Clemente Jacinto Farias vieram os primeiros quatro filhos: José Benedito Farias (Negão), João Manoel, Joaquina Pereira da SIlva (Tô) e Maria Helena Farias (Lai – in memoriam). No segundo com Samuel Marinho vieram outros seis filhos: Belarmina Pereira Marinho (in memorian), Avelino Pereira Marinho (Teté), Luiz Pereira Marinho (Nena), Paulo Pereira Marinho, Pedro Pereira Marinho e Milca Pereira Marinho.

D. Marieta e irmã        D. Marieta e Sr. Samuel Marinho

Atividade
Durante quase 40 anos a Professora Marieta lecionou no município de Tremedal alfabetizando crianças e adolescentes. Iniciou por volta dos anos 50 pela zona rural, na casa do senhor Donério no povoado Barreiro Branco. (foto) Marieta dedicou seu amor e paciência figurado nos relatos de ex-alunos como o José Francisco Xavier (Zé de Pulú) e José Lacerda (ONG Casa da Mãe), que relatam sobre a merenda que ela levava para seus alunos, batata doce, abóbora moranga, mandioca, amendoim, milho verde cozido ou rapadura.
Outras localidades onde a professora Marieta lecionou: Fazenda do Sr. Francisco Desidério da Rocha (Seu Tico) à época (hoje Povoado Capim); Fazenda Tapagem, de propriedade do Sr. Marcionílio à época, pai do prefeito Márcio (2013-2019); Fazenda Beira do Rio, da própria família de Dona Marieta à época.
Durante sua jornada sofreu preconceito e discriminação por ser negra e mulher, mas isso não abalou a sua coragem nem a sua força de vontade.

Reconhecimento
Após a sofrida trajetória, lecionando de casa em casa, muitas vezes sem receber alguma recompensa por isso, em 1958 foi contratada como professora pela rede municipal pelo prefeito Leonel Pereira da Silva.
Mais tarde por volta dos anos 70 foi professora no município pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) no qual orientava seus alunos a ler, escrever e a dominar as quatro operações matemáticas.
Costumava utilizar insistentemente a seguinte frase: “crianças de hoje, homens do amanhã”.
Devido a problemas de saúde em 1997, a professora Marieta se afastou da sala de aula, não retornando a lecionar.
Em 02 de dezembro de 2006 foi homenageada pelo município, que tinha Catulino Ferraz como prefeito, indicando o colégio modelo estadual com seu nome, o Colégio Estadual Marieta Pereira dos Santos, em reconhecimento à contribuição que ela deu ao município.

Colégio Estadual

Falecimento
Marieta foi diagnosticada com mal de Alzheimer e conviveu com está enfermidade por alguns anos, seus familiares mais próximos afirmam que mesmo após o avanço da doença, ela não perdeu a habilidade de ler, sendo assim até o dia de sua morte em 26 de abril de 2004 aos 80 anos de idade e seu sepultamento foi no cemitério publico na cidade de Tremedal.

FONTE:

José Benedito Farias, Milca Marinho (Filhos).

PESQUISA: Gilmar Ribeiro da Silva

REVISÃO: Renato Abreu Soares

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Célio Costa, Cantor e Compositor Tremedalense

Célio Costa é um tremedalense, que vive atualmente em São Paulo e que, compondo músicas e dedilhando o violão e a viola apenas para satisfação própria e rodas de amigos, foi incentivado pelo filho através da divulgação do seu trabalho em mídias de internet. Não demorou muito para que seu trabalho ficasse ainda mais conhecido e reconhecido, passando a ser chamado para apresentações e tendo sua música tocada em rádios. Desse modo, Célio resolveu gravar o seu primeiro CD, com composições próprias, concretizando o que era apenas um hobby.

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